Oops! It appears that you have disabled your Javascript. In order for you to see this page as it is meant to appear, we ask that you please re-enable your Javascript!

Rua General Jardim, 846 cj 41 Higienópolis, São Paulo - SP


  Telefone: +55 (11) 3231-4638   (11) 99863-5577

03. Osteossarcoma do úmero com metástase pulmonar – Endoprótese de Polietileno – Metastectomia

Você também pode ver este tema com imagens maiores aqui:  https://www.oncocirurgia.com/caso/NzA=

 

. Resumo:

           Paciente nascida em 07/06/1976, é atendida em 1987, com onze anos de idade, com antecedente de duas intervenções cirúrgicas prévias, de curetagem de lesão no úmero proximal esquerdo, havia um ano. 

          O laudo anatomopatológico diagnosticava tratar-se de osteossarcoma do tipo paraosteal, que devido à manipulação cirúrgica havia invadido o canal medular e já apresentava dois nódulos metastáticos para o pulmão, figuras 1 à 5.

 A única cirurgia possível, era a ressecção completa da lesão do úmero esquerdo. Realizamos a reconstrução com endoprótese de polietileno, que é mais leve do que as próteses metálicas, operando a paciente em dezembro de 1997, figuras 6 à 9. 

 Em segundo tempo, foi realizada a toracotomia para exerese dos dois nódulos pulmonares metastáticos, figuras 10 e 11.  

Em reunião multidisciplinar, optou-se por não realizar tratamento quimioterápico adjuvante, apesar da ocorrência das metástase pulmonares, pois estas consistiam em tecido ósseo maduro, sem nenhuma atipia celular. O caso foi acompanhado clínica e radio-logicamente, figuras 12 à 15.

   Nesta avaliação clínica, após o terceiro mês da toracotomia para a retirada dos nódulos pulmonares, apareceram duas imagens condensantes no ombro operado. O caso foi rediscutido em reunião multidisciplinar, optando-se por acompanhar radiograficamente a cada mês, e não realizar quimioterapia. 

  Após seis meses de acompanhamento decidimos realizar a ressecção da recidiva local, figuras 16 à 18.

 Os nódulos ressecados apresentaram o mesmo aspecto anatompatológico: osso maduro, sem atipias, sendo mantida a conduta de não realizar quimioterapia.

   A paciente continua sendo acompanhada até os dias atuais, sem tratamento quimioterápico.

É preciso ressaltar que o paciente em acompanhamento oncológico sofre a cada avaliação de controle. Por isso é prudente prevení-los, quanto ao pequeno nódulo pulmonar calcificado do complexo primário da tuberculose, que é normal e esta presente na grande maioria da população. Desta maneira estaremos poupando sofrimento desnecessário tanto ao paciente como aos familiares.

Em 2018, paciente bem após 31 anos do tratamento.

_____________________________________________

            Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

                         Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho                   

Consultório: Rua General Jardim, 846 –  41  –  CEP: 01223-010   Higienópolis   São Paulo – S.P.

                        Fone: +55 11 3231-4638   Cel: +55 11 99863-5577   Email: pedro@oncocirurgia.com

_______________________________________________

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *