Oops! It appears that you have disabled your Javascript. In order for you to see this page as it is meant to appear, we ask that you please re-enable your Javascript!

Rua General Jardim, 846 cj 41 Higienópolis, São Paulo - SP


  Telefone: +55 (11) 3231-4638   (11) 99863-5577

05 – Técnica de pelvectomia interna em criança – Sarcoma de Ewing da pelve – Conduta

Você também pode ver esta técnica com imagens maiores aqui:

Pelvectomia em criança com sarcoma de Ewing

 

  Paciente com oito anos e seis meses de idade, é atendido em março de 1998, referindo dor na pelve esquerda havia cinco meses. As radiografias da bacia revelaram uma lesão de rarefação óssea afetando o ramo ísquio-púbico da pelve esquerda (Figuras 1 à 4).

Foram realizados os exames para estadiamento sistêmico, que não demonstraram outro sítio de neoplasia (Figuras 5 à 7).

   Em seguida, realizou-se a biópsia da lesão, com agulha de Jamshidi, por via medial, que revelou tratar-se de neoplasia de pequenas células, sarcoma de Ewing (Figuras 8 à 12).

 

   O paciente foi submetido ao protocolo de tratamento quimioterápico, conforme o esquema da Figura 13.

  Após a quimioterapia neo adjuvante foram realizados exames clínicos, laboratoriais e de imagem, para a escolha do tratamento local. Na época não havia ressonância magnética e a avaliação de imagens restringiu-se à radiografias e tomografia que revelaram boa resposta radiográfica à terapia, Figuras 14 à 19.

  Apesar do sarcoma de Ewing ter resposta à radioterapia segundo a literatura, preferimos realizar a ressecção do tumor, sempre que for possível. Observamos que os resultados a médio e longo prazo são melhores quando a lesão é removida cirurgicamente. Neste caso, com a boa resposta radiográfica à quimioterapia neo adjuvante, indicamos o tratamento cirúrgico de pelvectomia parcial, sem reconstrução.

     O paciente foi submetido a cirurgia de ressecção do anel obturador, compreendendo os ossos ísquio e púbis do lado esquerdo, através da cartilagem em Y da pelve,  em Outubro de 1998, Figuras 20 à 29.

   O estudo anatomopatológico da peça ressecada, após a quimioterapia neo-adjuvante, revelou apenas áreas de necrose, sem evidência de células neoplásicas viáveis, Figuras 30 e 31.

Pós operatório de 1998-1999

Pós operatório de 2000-2002

Pós operatório de Outubro de 2001, após três anos e dois meses da cirurgia.

Pós operatório de Agosto de 2003, após cinco anos da cirurgia .

Avaliação de Agosto de 2008, após dez anos de pós operatório.

Avaliação de Junho de 2011, após treze anos de pós operatório.

Pós-operatório de 2014.

 

 

Paciente bem, exercendo sua profissão, sem maiores queixas até a presente data. Junho de 2018.

_____________________________________________

            Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

                         Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho                   

Consultório: Rua General Jardim, 846 –  41  –  CEP: 01223-010   Higienópolis   São Paulo – S.P.

                        Fone: +55 11 3231-4638   Cel: +55 11 99863-5577   Email: pedro@oncocirurgia.com

_______________________________________________

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *