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All Posts Tagged: osteossarcoma

20. Fibroma Condromixóide

 

Autores: Pedro Péricles Ribeiro Baptista, Davi Gabriel Bellan, Felipe Augusto Ribeiro Batista

É Lesão de rarefação óssea, localizada excêntricamente na metáfise dos ossos longos, lobulada, com halo interno de esclerose óssea que delimita do osso normal, apresentando erosão da cortical e certa agressividade local (fig. 24).

Pode haver calcificações no seu interior, característica de todas as lesões cartilaginosas.

Histologicamente apresenta pleomorfismo celular com áreas de tecido condróide, fibroso e abundante material mixóide com células gigantes multinucleadas.

Também pode ocorrer em associação com cisto ósseo aneurismático. Localiza-se mais frequentemente na metáfise proximal da tíbia, afetando adolescentes e adultos jovens.

O tratamento é círúrgico, devendo-se realizar a ressecção parcial parietal, acompanhada de adjuvante local (fenol, eletrotermia, nitrogênio líquido) e enxerto ósseo, quando é possível. A ressecção segmentar pode estar indicada nos casos mais avançados e a curetagem pode ser empregada em regiões articulares, de forma criteriosa para evitar-se a recidiva. 

Clique aqui para ver mais.

 

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            Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

                         Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho                   

Consultório: Rua General Jardim, 846 –  41  –  CEP: 01223-010   Higienópolis   São Paulo – S.P.

                        Fone: +55 11 3231-4638   Cel: +55 11 99863-5577   Email: pedro@oncocirurgia.com

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11. Introdução ao Estudo dos Tumores

 Autor: Pedro Péricles Ribeiro Baptista.

          A filosofia deste capítulo é apresentar nossa experiência e uma forma de raciocínio objetivo. Para tratar é preciso primeiramente fazer o diagnóstico correto.

          Iniciamos a abordagem dos tumores ósseos procurando transmitir  “como eu penso”, sobre as lesões musculoesqueléticas.

          Primeiramente precisamos enquadrar a afecção, que estamos avaliando, dentro de um dos cinco grandes capítulos da Patologia:

             1- MALFORMAÇÕES  CONGÊNITAS

             2- DISTÚRBIOS  CIRCULATÓRIOS

             3- PROCESSOS  DEGENERATIVOS

             4- INFLAMATÓRIOS

             5- NEOPLÁSICOS

          Se o caso foi enquadrado dentro do capítulo das neoplasias, nosso objetivo visa estabelecer o diagnóstico para podermos instituir o tratamento. É fundamental estabelecer o diagnóstico preciso.

          Para se diagnosticar é necessário conhecer e aprender o universo dos tumores já descritos.

          Será que já não é de nosso conhecimento, do estudante de medicina, todas as neoplasias musculoesqueléticas?

          Costumamos transmitir, em nossas aulas, que o nosso cérebro pode guardar as informações  aleatoriamente. Entretanto, se ao assimilarmos  o conhecimento procurarmos fazê-lo de forma ordenada, este será “armazenado” em “pastas”, estas em “gavetas” e teremos um “arquivo. Desta forma poderemos resgatar a informação mais facilmente.

          Vamos portanto auxiliá-lo a construir este arquivo, organizando o “HD”.

          Primeiramente  precisamos relembrar que a neoplasia origina-se de célula já existente em nosso organismo. Célula esta que, ao se reproduzir, sofre alteração do seu código genético, por fatores diversos (radiação, vírus, mutações, translocações, etc.) e esta passa então a ser a “célula mãe” da neoplasia.

          Como já aprendemos a histologia  na Faculdade, somos conhecedores de todas as possíveis neoplasias. Precisamos apenas acrescentar alguns conceitos para, com segurança, nomear e classificar todos os tumores já descritos.

         Reservou-se o termo carcinoma para as neoplasias malignas cujas células primitivas originem-se do folheto ectodérmico e sarcoma para as do mesoderma.

          Se tomarmos como exemplo a nossa coxa e fizermos um exercício, recordando todas as células que a compõe, começando pela pele e aprofundando-se pelo subcutâneo, músculos, etc., até a medula óssea do fêmur, teremos revisto todas as células do aparelho locomotor e portanto poderemos nomear todas as neoplasias musculoesqueléticas.

          Façamos este exercício. Começando pela pele, recordamos o carcinoma espinocelular, o basocelular e o melanoma. Neoplasias estas que são mais freqüentemente abordadas pelos dermatologistas, cirurgiões plásticos e só raramente necessitam do auxilio do ortopedista.

          Abaixo da pele, todas as estruturas são derivadas do mesoderma e portanto acrescentaremos o sufixo oma para as lesões benignas e sarcoma para as malignas.

          Portanto, abaixo da pele temos o tecido celular subcutâneo (gordura) cuja célula mais representativa é o lipócito. Se a lesão constituir-se por células semelhantes ao lipócito típico teremos um lipoma, sendo constituída por células desordenadas, com mitoses atípicas o lipossarcoma. Neste mesmo subcutâneo temos os fibroblastos, os fibrohistiocitos e consequentemente o fibroma, fibrossarcoma, fibrohistiocitoma de baixo e de alto grau de malignidade.

          Outra estrutura que compõe a nossa coxa são os músculos estriados, (músculos voluntários) derivando assim o rabdomiossarcoma. A musculatura lisa, encontrada no aparelho locomotor, situa-se ao redor dos vasos e, embora sejam raros, também encontramos o leiomiossarcoma.

          O tecido nervoso é representado aqui pelos axônios do nervos periféricos. Estes axônios possuem uma bainha, cujas células foram descritas por Schwann, da qual pode originar-se o Schwannoma.

           Nos tecidos moles, recordando ainda, como derivado do tecido linfático, o linfangioma e o linfangiossarcoma; do tecido vascular o hemangioma e o angiossarcoma.

          O osso é revestido pelo periósteo, cuja função é de formar tecido ósseo, além de proteger, inervar e nutrir. O trauma pode levar à formação de hematoma sub-periosteal que, se ocorrer ossificação madura, homogênea, pode traduzir-se como periosteoma (“osteoma”). Desta mesma superfície óssea pode derivar o osteossarcoma de superfície de baixo grau de malignidade conhecido como osteossarcoma paraosteal (grau I) bem como o de alto grau (“High Grade”).

          Em nosso exercício atingimos agora a região medular do osso. Esta região é composta por gordura, podendo então ocorrer o lipossarcoma intra-ósseo e pela medula óssea vermelha, da qual poderemos ter todas as neoplasias do S.R.E. (Sistema Retículo Endotelial) tais como o mieloma plasmocitário, o linfoma linfocítico, o sarcoma de Ewing.

          Se recordarmos, lá do fundo da nossa memória, a histologia da ossificação endocondral, vamos encontrar várias células precursoras. Uma delas é grande (gigante) constituída de células com vários núcleos, responsável pela reabsorção óssea, o osteoclasto e consequentemente teremos o osteoclastoma, mais conhecido como tumor de células gigantes (T.G.C.). Do condroblasto o condroblastoma; do osteoblasto o osteoblastoma; do condrócito o condroma, o condrossarcoma;  e assim sucessivamente poderemos deduzir todas as neoplasias descritas. Bastará nomeá-las à partir do conhecimento da célula normal acrescentando oma à lesão benigna e sarcoma à maligna.

          Julgamos esta forma de introdução importante, pois assim seremos melhor auxiliados para lembrar aquilo que já sabemos e chegar ao diagnóstico.

          A Organização Mundial da Saúde agrupa essas lesões segundo o tecido que elas tentam reproduzir, classificando-as em:

I – Tumores formadores de tecido ósseo

       Benigno: Osteoma – Osteoma Osteoide – Osteoblastoma

       Intermediário: Osteoblastoma Agressivo

       Maligno: Osteossarcoma Central – Parosteal – Periosteal – High Grade

II – Tumores formadores de cartilagem

       Benigno: Condroma (encondroma) – Osteocondroma – Condroblastoma – Fibroma Condro Mixóide

       Maligno: Condrossarcoma Primário – Secundário – Justacortical – Mesenquimal – Desdiferenciado – Células Claras

III – Tumores de Células Gigantes  (TCG) (Osteoclastoma)

IV – Tumores da Medula Óssea

         Maligno: Sarcoma de Ewing – Linfoma Linfocítico – Mieloma Plasmocitário – PNET

V – Tumores Vasculares

        Benigno: Hemangioma – Linfangioma – Tumor de glomus

        Intermediário: Hemangioendotelioma – Hemangiopericitoma

       Maligno: Angiossarcoma

VI – Tumores do Tecido Conjuntivo

         Benigno: Fibroma – Lipoma – Fibrohistiocitoma

         Maligno: Fibrossarcoma – Lipossarcoma – Fibrohistiocitoma maligno – Leiomiossarcoma – Sarcoma indiferenciado

VII – Outros tumores

           Benigno: Schwannoma – Neurofibroma

           Maligno: Cordoma – Adamantinoma dos ossos longos

VIII – Tumores Metastáticos no Osso

            Carcinomas: mama, próstata, pulmão, tireoide, rim, neuroblastoma, melanoma, etc.

IX – Lesões Pseudotumorais

         Cisto ósseo simples  (COS)

         Cisto ósseo aneurismático (COA)

         Cisto ósseo justa-articular (ganglion intra-ósseo)

         Defeito fibroso metafisário (Fibroma não ossificante)

         Displasia fibrosa

         Granuloma eosinófilo

        “Miosite ossificante”

        Tumor marron do hiperparatireoidismo

        Cisto epidermóide intra-ósseo

        Granuloma reparador de células gigantes

         Todas estas lesões citadas tem particularidades clínicas, características de imagem, e aspectos histológicos que precisam ser analisados em conjunto para  a correlação de cada uma delas.

         Isto é fundamental, pois podemos ter lesões radiológica e/ou histologicamente semelhantes porém com diferentes diagnósticos.

         Desta forma, deve-se sempre correlacionar os estudos de imagem e a histologia com o quadro clínico, para o diagnóstico correto.

Neste exemplo, se o diagnóstico da biópsia for de condrossarcoma, fibrossarcoma,  ou cisto ósseo aneurismático, o médico que conduz o caso deve rever com a patologia / equipe multiprofissional.

Na biópsia pode não aparecer tecido ósseo neo formado e, portanto, não fará o diagnóstico de osteossarcoma condroblástico ou de osteossarcoma fibroblástico, nem de osteossarcoma teleangiectásico.

Quando o patologista não tem os dados da história do paciente, do exame físico e das imagens, ele fica restrito ao material que recebeu, que é uma amostra do tumor. Se tiver acesso a estes dados poderá fechar o diagnostico correto, sem a necessidade de repetir a biópsia.

A repetição da biópsia atrasa o tratamento, aumenta a agressão local e não trará a garantia de conseguir amostra com tecido ósseo neoformado.

O patologista não estará errado se fizer o laudo apenas com o diagnóstico do que existe na lâmina, quando não tiver conhecimento dos dados e exames do paciente.

Mas o médico, que conduz o caso, cometerá um grande erro se não esclarecer o caso, pois é ele quem possui todos os dados do paciente, quadro clínico, história, exame físico, exames laboratoriais e de imagem.

Para o diagnóstico dos tumores ósseos é preciso fazer a correlação entre a clínica, a radiologia e a anatomia patológica.

Para complementar leia também:  http://diagnóstico dos tumores  e  http://biópsia – considerações

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            Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

                         Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho                   

Consultório: Rua General Jardim, 846 –  41  –  CEP: 01223-010   Higienópolis   São Paulo – S.P.

                        Fone: +55 11 3231-4638   Cel: +55 11 99863-5577   Email: pedro@oncocirurgia.com

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Histórico da formação de ortopedistas da América Latina em tumores ósseos

Autor: Pedro Péricles Ribeiro Baptista.

Oncologia Ortopédica na Santa Casa de São Paulo

Na metade do século 20, circulavam pelos corredores da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo os doutores Walter Edgard Maffei e Bartolomeu Bartolomei, ambos médicos, de baixa estatura, que se revelaram gigantes da Medicina.

Maffei, em Janeiro de 1952, buscava a estruturação do Departamento de Patologia, recebendo o então recém-formado pela USP, da Turma de 1951, José Donato de Próspero.

O professor Donato, neste então, via um ortopedista circular frequentemente pelas dependências da anatomia patológica, que de início o intrigava: Como um encanador de ossos se atrevia a examinar peças e a olhar no microscópio?

A persistência daquele personagem atraiu a curiosidade de Donato. Este observava intrigado que apenas duas afecções ocorriam na área da ortopedia, pois as peças recebidas frequentemente ou eram diagnosticadas como osteomielite ou como osteossarcoma. Ninguém dissecava ou estudava de maneira criteriosa as peças de amputação.

Naquela época, o Departamento de Patologia situava-se no último andar do Laboratório Central e o fenômeno Bartolomeu insistia em estudar aquelas peças, invadindo diariamente o santuário de Maffei.

A Ortopedia era chefiada por Domingos Define, que tinha entre seus comandados um médico de grande visão administrativa: José Soares Hungria Filho.

Em 1958, à convite de Hungria Filho, a Santa Casa recebe a visita de Huppert Sissons, patologista do Royal Institute de Londres, que tinha dedicação especial à patologia óssea.

Este visitante permanece quatro semanas freqüentando os Departamentos de Patologia e Ortopedia, seguido de perto por Donato de Próspero, que conta um momento de faísca quente no curto convívio com Sissons.

Aquele Lorde Inglês, em determinado momento, dirige-se ao jovem médico Donato e lhe diz: Você é tão simpático que até parece carioca. Este, sem pestanejar, responde: E o senhor é tão simpático que até parece americano.

Apesar deste episódio de chispas que deixou Sissons muito sério, ambos tornaram-se muito amigos e trocaram correspondências durante anos. Desde então, Donato de Próspero passa a invadir o espaço de Bartolomeu Bartolomei. Torna-se freqüentador assíduo das reuniões da Ortopedia e solicita licença ao Departamento para arquivar as radiografias que lhe interessava. O estudo deste rico material era dividido com o médico radiologista Alfonso Vitule.

A coleção das radiografias coletadas por Donato de Próspero transformou-se num precioso arquivo que até hoje se encontra sob a custódia do atual Grupo de Oncologia Ortopédica. Esta preocupação em documentar foi fundamental para o conhecimento e crescimento da especialidade, que hoje encontra-se compilada no Livro Tumores Ósseos da Editora Rocca.

Naquela época, as radiografias, quando muito, eram guardadas nos porta-malas dos três automóveis Ford Galaxy de Bartolomeu Bartolomei, que era um verdadeiro mágico.

                Em 1970, este grupo de interessados na patologia óssea recebe a visita de Fritz Schajowicz, que convida José Donato de Prospero a compor o seleto grupo dos nove patologistas, de diferentes nações, que fariam a Classificação Internacional dos Tumores Ósseos, à pedido da Organização Mundial da Saúde.

                Durante os anos que se seguiram vários contatos por cartas, trocas de lâminas e reuniões ocorreram para que se concluísse o trabalho e, em 1978, fosse publicada a Classificação da OMS.

Durante todos estes anos seguiram acontecendo as Reuniões da Ortopedia no Pavilhão Fernandinho Simonsen, agora já dividido em sub-grupos de especialidade, tendo na chefia do Grupo de Tumores Ósseo Elio Consentino em 1994, Pedro Péricles Ribeiro Baptista assume a condução do Grupo de Oncologia Ortopédica.

Atuam efetivamente na Equipe Multidisciplinar com assídua freqüência às  reuniões anatomo-clínicas que acontecem todas as quartas feiras entre 13:00 e 15:00 h os/as Doutores/as Claudia Kazue Yamaguchi, Hea Yung Yo, Guinel Hernandez Filho e Abdalla Youssef Skaf pela radiologia, José Donato de Próspero e Maria Fernanda Carriel Amary pela patologia, Cássio Perleizzon pela radioterapia, Sclomon Lewin e Akemi Ogawa pela medicina nuclear, Vera Lucia Alves dos Santos e Andréa Basta pela fisioterapia, Pedro Péricles Ribeiro Baptista, Eduardo Sadao Yonamini e Eduardo Ribeiro Adriano entre outros.

Vários médicos colaboraram para o fortalecimento deste Grupo, e muitos deles complementaram sua formação realizando Estágios de seis meses a um ano.

Aprenderam na Santa Casa de São Paulo e contribuíram com a oncologia ortopédica os doutores: Bartolomeu Bartolomei (1954-1973 SP), Elio Consentino (1975–2006 SP), Teruo Yoneda (1979–1981 SP), Eduardo Salim Haddad Filho (1981–1982 SP), Javier Perez Torres (1982–1985 Colômbia), Moisés Cohen (1983-1984 SP), Pedro Péricles Ribeiro Baptista (1983–2015 SP), Valter Pena (1983-1984 SP), Reynaldo Jesus-Garcia Filho (1985-1985 SP), Paulo Alencar (1985-1985 PR), Eduardo Bertacchi Uvo (1986-1986 ES), Paulo Taniguchi (1986-1986 Ba), José Custódio de Moura (1987-1987 SP), Gilbert Sotomayor Alvear (1988-1989 Equador), Maria Guadalupe Repper (1988-1988 México), Ernesto Luiz Michanie (1989-1990 Argentina), Carlos Henrique Ribeiro do Prado (1991-1991 GO), Marcos Hajime Tanaka (1991-1993 SP), Alejandro Enzo Cassone (1992-1992 SP), Cláudio Luiz Wanderley Saab (1993-1993 MS), Julio Cesar Goyano (1993-1993 GO), Lucíola Assunção Alves (1993-1993 MA), Florindo Volpe Neto (1994-1996 RS), Giancarlo Polesello (1995-1995 PR), Marcos Sanmartin Fernandez (1996-1996 Espanha), Rogério de Andrade Amaral (1997-1997 GO), Alex Guedes (1998-1999 BA), Ricardo Fontes Lavieri (1998-1998 SP), (Roberto Reggiane (1998-1998 MG), José Augusto Sá Lopes (1998-1998 PI), Eduardo Sadao Yonamine (1999-2015), Ricardo Marzola (2001-2001 SP), Fabrício Lenzi Chiesa (2001-2002), Israel Vargas (2001-2001 Honduras), André Rensi de Mello (20001-2001 SP), Pedro Calabrese (2002-2003 Paraguay), Carlos Arturo Izquierdo (2002-2002 Colômbia), Fábio Romualdo (2002-2002 RN), Esdras Fernando Furtado (2002-2003 PB), Adriano Ughini (2003-2003 RS), Aureliano Duarte Bezerra (2003-2003 PE), Érico Raimundo Guimarães Fantini (2003-2003 MG), Rodrigo Pólo da Costa (2003-2003 AM), Eduardo Ribeiro Adriano (2003-2006 SP), Pablo de Andrade Lima Filho (2004-2004 PE), Rafael Monteiro Macedo (2004-2004 TO), Flávio Leão Rabello (2005-2006 GO), Gustavo Henrique Ferreira (2005-2006 MS), Marcelo Rodrigues Alves (2005-2006 RJ), Alexandre Ferracioli Fusão (2006-2007 SC), Daniela Cruvinel Petto (2006-2007 SP) e Leonardo Silva Galloni (2006-2007 RS).

 

http://bit.ly/histórico_especialistas_tumores_osseos_sarcomas

 

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          Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

                      Prof. Adjunto Doutor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa –  S. P.

                      Oncologia Ortopédica do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho

Consultório: Rua General Jardim, 846 – Cj 41  –  Cep: 01223-010   Higienópolis  São Paulo – S.P.

                       Fone:+55 11 3231-4638  Cel:+55 11 99863-5577  Email: pedro@oncocirurgia.com

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16. Osteoblastoma

 

Autores: Pedro Péricles Ribeiro Baptista, Davi Gabriel Bellan, Felipe Augusto Ribeiro Batista,

Lesão osteoblástica benigna, localmente agressiva, com estrutura histológica similar ao osteoma osteóide porém sem esclerose óssea reacional e de maior tamanho, geralmente maior que 1,5 cms.

Radiograficamente apresenta grandes áreas de rarefação óssea com poucos focos mais densos de ossificação.

Apresenta duas formas clínicas:

  • Osteoblastoma genuíno: o mais freqüente, localizando-se no pedículo da coluna vertebral e mais raramente na metáfise dos ossos longos.
  • Osteoblastoma Agressivo (“maligno”).

Incide na primeira e segunda década da vida.

O quadro clínico é de dor intensa, podendo levar a fraturas e déficit funcional e neurológico, quando ocorre na coluna vertebral, às vezes com escoliose antálgica.

Faz diagnóstico diferencial com:

  • Osteoma Osteóide,
  • Cisto ósseo aneurismático,
  • Osteossarcoma.

O tratamento consiste na ressecção em bloco da lesão e enxerto ósseo quando necessário, reservando-se a curetagem criteriosa para regiões como a coluna vertebral, em que geralmente não é possível ressecar em bloco. O uso de adjuvante local (fenol, eletrotermia) vem sendo empregado cada vez mais, procurando-se evitar a recidiva. 

 

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            Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

                         Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho                   

Consultório: Rua General Jardim, 846 –  41  –  CEP: 01223-010   Higienópolis   São Paulo – S.P.

                        Fone: +55 11 3231-4638   Cel: +55 11 99863-5577   Email: pedro@oncocirurgia.com

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Perguntas frequentes sobre: Tumores ósseos, sarcomas, metástases e lesões pseudo-tumorais

Tumores ósseos, sarcomas, metástases e lesões ósseas pseudo-tumorais   

Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

O que é Tumor (Neoplasia)?

– O crescimento de qualquer tecido do nosso corpo, além do normal, caracteriza um tumor (neoplasia = novo crescimento). Por exemplo: qualquer pinta na pele, uma verruga, uma “espinha” (acne), são tumores. São crescimentos de tecidos alterados em nosso organismo. Isto deve ASSUSTAR? Não. Este não é o nosso objetivo. Pretendemos esclarecer para evitar enfartes ao ouvir-se a palavra “tumor.”

O que são Lesões Pseudotumorais?

– O próprio nome já diz: são lesões que parecem tumores, mas não são. Por exemplo: o cisto ósseo simples. É uma lesão no osso que não produz nenhum tecido. Há apenas uma cavidade, preenchida por líquido que aparece nas imagens radiográficas como uma lesão (falha de tecido ósseo) que pode confundir com verdadeiros tumores ósseos.

O que significa Tumor Benigno? Como se origina?

– As células do nosso organismo estão em constante multiplicação. Nossa pele “descama” continuamente, nossas hemáceas (glóbulos vermelhos do sangue) estão em constante reprodução (as hemáceas são renovadas a cada três meses em média), todos os tecidos do corpo são renovados, até mesmo o tecido ósseo. Portanto a reprodução de células é um fato contínuo em nosso organismo. Quando nosso organismo produz tecido “a mais” do que o necessário forma-se um tumor. As células deste tumor podem ser idênticas às células normais, neste caso formase um tumor benigno. Por exemplo: o lipoma é um tumor benigno formado por lipócitos (células gordurosas). Os tumores benignos, portanto, vêm das células do nosso próprio corpo, que entraram em reprodução para substituir as células velhas, mas houve uma falha na quantidade.

O que significa Tumor Maligno? Como se origina?

– Neste caso, além da falha na quantidade, ocorre também alteração na qualidade das células reproduzidas. No momento da reprodução as células sofrem um processo de duplicação do material genético e posteriormente de divisão celular. Se ocorrer uma falha na duplicação ou na divisão celular o resultado será uma “nova célula”. Esta nova célula pode ser parecida com aquela que estava se reproduzindo, mas não é igual e, por isso não tem a mesma função da anterior. Não possui controle de sua reprodução, pois o seu material genético ficou alterado. Quando esta célula consegue reproduzir-se forma um tumor maligno. Este tumor recebe o nome da célula primitiva que sofreu alteração genética ao multiplicar-se. O diagnóstico é feito pela semelhança entre as células. Os tumores malignos, portanto, também vêm das células do nosso próprio corpo, que entraram em reprodução para substituir as células velhas, mas que, além de ocorrer falha na quantidade, houve também uma falha na qualidade.

O que significa Carcinoma? Sarcoma?

– Para dar nome aos tumores, a Organização Mundial da Saúde convencionou que se deveria acrescentar o sufixo oma para designar os tumores benignos: lipoma, osteoma, fibroma, etc. Para as neoplasias malignas (tumores malignos) do aparelho músculo-esquelético acrescenta-se o sufixo sarcoma: lipossarcoma, osteossarcoma, fibrossarcoma, etc. O termo carcinoma foi reservado para as neoplasias malignas de tecidos cujas células primitivas originaram-se do folheto ectodérmico (na formação embriológica do corpo humano há três folhetos: ectoderma, mesoderma e endoderma). Como exemplos mais freqüentes: carcinoma da mama, na mulher e carcinoma da próstata, no homem.

O tumor ósseo é Contagiante?

– Não. 

O tumor ósseo é Congênito?

– Alguns tumores ósseos benignos podem ter um caráter hereditário, como a osteocondromatose (osteocondromas múltiplos), mas a maioria das neoplasias decorre de alterações na reprodução celular que já comentamos.

O que provoca as Alterações na Reprodução Celular?

– Alguns fatores são conhecidos como as irradiações, vírus, mas geralmente as falhas ocorrem por fatores ocasionais, desconhecidos.

Sempre que ocorre Falha na Reprodução Celular ocorre um tumor?

– Não. O nosso organismo possui um sistema de “controle de qualidade” formado por células que têm a função de reconhecer aquela que ficou malformada e destruí-la. Constantemente ocorrem células malformadas, nos variados processos da reprodução celular, que são automaticamente eliminadas pelo nosso “controle de qualidade”. Desta forma verificamos que para ocorrer uma neoplasia é preciso que aconteça falha na reprodução e, ao mesmo tempo, falha no sistema de controle de qualidade.

Se existir alguém com Tumor na Família aumenta a probabilidade de ocorrência?

– Isto é muito relativo. É comum ouvir este questionamento em nosso consultório. Entretanto eu não conheço nenhuma família que não tenha um caso. Muitas vezes o fato não é relatado por preconceito. Acredito ser até um aspecto cultural. Não gostamos de admitir casos de doenças contagiosas, tumores, homossexualismo, separações, filhos “inesperados”, suicídio, alcoolismo, viciados, etc.. Mas não se sinta exclusivo e nem fique surpreso: 99,9999… % das famílias têm estas ocorrências. O fato é que procuramos relatar apenas os fatos prodigiosos.

Por que vemos constantemente nas publicações que quando há um caso de um tumor “x”, a probabilidade de ocorrer este mesmo tumor na família é maior?
– Isto é correto. Na realidade todos nós temos um “local de menor resistência”. Isto é, aquele órgão pode ser mais sensível, mais frágil, é um “calcanhar de Aquiles”. Eventualmente tivemos uma falha na formação daquele órgão, talvez tenhamos herdado esta falha e poderemos também transmitir aos nossos descendentes. Neste caso, a probabilidade de ocorrer falha na reprodução deste órgão “x” poderá será maior do que as outras reproduções do nosso organismo. Mas isto não quer dizer necessariamente que se tivermos um tumor este ocorrerá no órgão “x” e muito menos que venhamos a ter tumor. Nós possuímos alguns “calcanhares de Aquiles” que são particulares de cada um.

O que é Tumor Primitivo?

– O tumor é primitivo quando ele esta no órgão que o produziu. Por exemplo: Ao examinar a mama encontra-se um tumor e o exame anatomopatológico revela que é um tumor mamário. Neste caso a lesão esta localizada no órgão primitivo, de origem.

O que é tumor Metastático? Metástase?

– Continuando o exemplo da pergunta anterior, se encontrarmos uma lesão no osso e o exame anatomopatológico revelar que é um tumor da mama, isto significa que esta lesão não se originou no osso. Certamente há ou houve um tumor primitivo na mama e alguma célula tumoral desprendeu-se, atingiu a corrente sanguínea e conseguiu alojar-se no osso. Lá no osso, continuou a reproduzir-se ocasionando a lesão. Portanto um tumor originário da mama, localizado no osso. Isto é uma metástase (meta = distante; stase = parada). Metástase de tumor da mama no osso.

Qual é o Tratamento de um tumor?

– Depende do tipo do tumor. Existem tumores que são de tratamento exclusivamente cirúrgico. Não respondem ao tratamento quimioterápico ou radioterápico. Outros são de tratamento quimioterápico ou de associação dequimioterapia cirurgia e/ou radioterapia.

O Tumor removido cirurgicamente pode voltar? Por quê?

– Sim. Assim como na reprodução das células daquele órgão ocorreu uma falha esta pode repetir-se. Outra situação é quando não foi possível removê-lo completamente na cirurgia.

Qual é a Ação do Quimioterápico? Por que há Queda do Cabelo? Qual a razão da Palidez (Anemia) do paciente?

– O medicamento quimioterápico age bloqueando a reprodução celular. Este bloqueio não é específico. A droga bloqueia a reprodução de todas as células do nosso organismo (reprodução de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, células epiteliais (de revestimento da pele, boca, tubo digestivo, etc.), e outras, assim como também bloqueia a reprodução das células tumorais. A célula capilar, portanto, também sofre, resultando na queda temporária do cabelo. Com o bloqueio da reprodução de células sanguíneas ocorre a anemia, resultando o aspecto pálido do paciente. Quando é suspensa a quimioterapia tudo volta ao normal, recupera-se da anemia e o cabelo volta a crescer. Com o constante progresso na oncologia procura-se desenvolver quimioterápicos que atuem mais junto às células tumorais e menos efeito nas células normais do organismo.

O Tumor Ósseo tem Cura?

– A maioria dos tumores ósseos, diagnosticados precocemente e tratados adequadamente são curados. 

O Tumor Ósseo é freqüente?

– Não. Os tumores ósseos representam apenas 1% de todas as neoplasias.

Quais são os primeiros Sintomas de um Tumor Ósseo?

– Dor em primeiro lugar. Aumento de volume, “inchaço”. Calor local discreto (devido ao aumento do metabolismo, em virtude da reprodução celular) e com o passar do tempo alguma limitação funcional (diminuição do movimento articular), podendo até ocorrer fratura no local da lesão óssea.  

Como é feito o Diagnóstico dos Tumores Ósseos ?

–   Primeiramente através da história e do exame clínico. Este é fundamental. Posteriormente, baseado na queixa do paciente e nos achados do exame, o médico solicitará exames complementares, de acordo  com a/s suspeita/s diagnóstica/s feitas com o a história e o exame clínico.

Quais são os Principais Exames solicitados para o Diagnóstico de um tumor ósseo?

– O médico especialista da área irá solicitar os exames  necessários, pertinentes a cada caso. De um modo geral, os mais frequentemente solicitados são:

Laboratoriais: hemograma; velocidade de hemossedimentação, dosagem de cálcio, dosagem do fósforo, dosagem da fosfatase alcalina, dosagem do PSA (antígeno prostático específico) e eletroforese de proteínas, entre outros.  

Imagem: radiografias simples da lesão, radiografias do tórax, mapeamento ósseo, tomografia, ressonância magnética, entre outros.

Biópsia: para o exame anatomopatológico.

O que é exame Anatomopatológico? O que é Biópsia?

– O exame anatomopatológico é aquele realizado no material colhido do tumor. Este material pode ser obtido através de uma biópsia (retirada de uma amostra, fragmento, do tumor) ou do estudo de todo o tumor, que foi removido cirurgicamente. Primeiramente o material é preparado para depois ser analisado com o auxílio do microscópio.

Qual é o tumor ósseo Benigno mais freqüente? E o Tumor Ósseo Primitivo Maligno mais freqüente?

– O tumor ósseo benigno mais freqüente é o osteocondroma. O tumor ósseo primitivo maligno mais freqüente é o mieloma múltiplo, que se origina das células da medula óssea, produtoras de anticórpos chamadas plasmócitos. Em segundo lugar é o osteossarcoma.

Quais são os tumores ósseos benignos mais freqüentes ?

– Os tumores ósseos benignos mais freqüentes são o osteocondroma, osteoma osteóide, condroma, condroblastoma, tumor de células gigantes, entre outros.

Quais são as lesões pseudo-tumorais mais freqüentes ?

– As lesões pseudo-tumorais mais freqüentes são o cisto ósseo simples, cisto ósseo aneurismático, fibroma não ossificante, displasia fibrosa, granuloma eosinófilo e tumor marron do hiperparatireoidismo.

Quais são os tumores ósseos  malignos mais freqüentes ?

– As lesões ósseas malignas mais freqüentes são as metástases ósseas, decorrentes de tumores primitivos da mama, próstata, pulmão, tireóide ou rim. Os tumores primitivos ósseos mais freqüentes são o mieloma múltiplo, osteossarcoma, condrossacoma,  sarcoma de Ewing, lipossarcoma, fibrohistiocitoma maligno, entre outros.

O que são tumores de tecidos moles ?

– São tumores que acometem o tecido celular do sub-cutâneo, músculos, vasos, nervos, enfim todos os tecidos que compõem o aparelho locomotor com exceção do tecido ósseo.

Qual é o tumor benigno de tecidos moles mais freqüente ? E o maligno ?

– O tumor benigno de tecidos moles mais frequente é o lipoma e o maligno é o lipossarcoma.

O que significa biópsia?

– É a obtenção de uma amostra da lesão para estudo anatomopatológico visando o diagnóstico.

Qual é o tratamento do osteossarcoma ?  E do sarcoma de Ewing ? E do Condrossarcoma?

– O tratamento atual, tanto do osteossarcoma como do sarcoma de Ewing, consiste em realização de quimioterapia pré-operatória,  seguido de cirurgia de remoção completa do tumor, com margem de segurança oncológica e complementação com quimioterapia pós operatória. O condrossarcoma, dependendo da sua classificação, pode ser curado com a cirurgia apenas, sem necessidade de tratamento complementar.

O que significa cirurgia com margem oncológica ?

– Significa que após a quimioterapia pré-operatória (em que são realizados três ciclos, em média) o tumor deve ser removido por completo. Para isto é necessário que a lesão seja retirada com uma cobertura de tecido sadio ao redor, para procurar evitar a recidiva local do tumor.

O que significa recidiva da lesão  ?

– É o reaparecimento do tumor no mesmo local, que pode ocorrer tanto em tumores malignos quanto em lesões benignas agressivas.

Por que ocorrem freqüentemente Metástases nos Ossos?

– Quando há o desprendimento de uma célula tumoral e esta atinge a corrente sanguínea o nosso sistema imunológico que faz o “controle de qualidade” geralmente elimina esta célula. Se, entretanto, a célula tumoral conseguir “enganar” o nosso sistema imunológico ela poderá alojar-se distante (meta) do órgão de origem, nos diferentes tecidos do organismo, mas geralmente acaba parando (stase) preferencialmente em um dos principais “filtros “do organismo. O primeiro grande filtro é o pulmão, por onde constantemente passa toda a corrente sanguínea. O segundo grande filtro é o fígado, principalmente para o aparelho digestivo e o terceiro grande filtro é o sistema músculo-esquelético. O tecido ósseo possui uma circulação sinusoidal (de pequenos vasos sanguíneos, capilares), em que a passagem da corrente sangüínea é muito lenta, facilitando a “stase” (parada) da célula tumoral.

Como é o Tratamento da Metástase Óssea?

– Depende do tipo do tumor primitivo, do tamanho da lesão, de sua localização, etc. De um modo geral, quando ocorrem metástases nos ossos longos (úmero, fêmur, etc.), apresentando risco de fratura, elas devem ser operadas, substituindo-se a área doente por uma prótese interna, evitando-se o desconforto da fratura. Nesta situação o paciente pode voltar a caminhar e a exercer suas funções dentro de poucos dias. 

Quais são os Principais Tumores Primitivos que podem ocasionar metástases para os ossos?

– Primeiramente o tumor da mama, em mulheres e o tumor da próstata, em homens. Em seguida os tumores do pulmão, da tireóide e do rim representam, com maior freqüência, a  fonte de lesões metastáticas para os ossos.

Sua dúvida não esta aqui? Envie-nos por e-mail: pedro@oncocirurgia.com

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          Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

                        Prof. Adjunto Doutor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa –  S. P.

                       Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho – S. P.

Consultório: Rua General Jardim, 846 –  Cj 41  –  CEP: 01223-010   Higienópolis  São Paulo – S. P.

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